ELA - Esclerose Lateral Amiotrófica

A estimativa é de que 15 mil pessoas no Brasil tenham esclerose lateral amiotrófica, ELA. A doença ganhou repercussão internacional após famosos como Mark Zuckerberg, Bill Gates, Cristiano Ronaldo, Justin Timberlake e entre outros publicarem vídeos em que derrubavam um balde com água e gelo sob suas cabeças. A campanha é uma iniciativa da ALS Association e, segundo comunicado oficial no site da instituição, a ALS Association recebeu 15,3 milhões de dólares em doações entre os dias 29 de julho e 18 de agosto — no mesmo período do ano passado, as doações somaram 1,7 milhão de dólares.

Nos Estados Unidos, é conhecida como doença de Lou Gehrig, em referência ao jogador de beisebol norte-americano, Henry Louis Gehrig, que morreu aos 36 anos por causa da enfermidade. A ideia é simples: uma celebridade ‘desafia’ outras três a doar U$ 100 ou jogar a água gelada na cabeça. Quem aderiu, tem feito os dois.

A esclerose lateral amiotrófica (ELA) é provocada pela degeneração progressiva no primeiro neurônio motor superior no cérebro e no segundo neurônio motor inferior na medula espinhal. Esses neurônios são células nervosas especializadas que, ao perderem a capacidade de transmitir os impulsos nervosos, dão origem à doença.

O Dr Hemerson, médico e paciente de ELA explica sobre os sintomas, diagnósticos e tratamento, veja:

Para participar do desafio, não necessariamente você tem que ser desafiado ou ser famoso - você também pode iniciar e desafiar as pessoas. Vale ressaltar a importância de você explicar no vídeo sobre a causa e, pedir para que as pessoas também expliquem e falem um pouco sobre a ELA. Muitas pessoas conhecem o "desafio do balde" mas, desconhecem o motivo por trás dela. Caso você queira fazer doações, visite o site oficial da Associação no Brasil:  Associação Brasileira da ELA

Veja aqui como funciona: 

Campanha: Palavras Têm Poder! [A escolha é sua. A responsabilidade, também]

 Publicado em: jun 3, 2014 @ 8:25
Assegurar o exercício da liberdade de expressão e coibir violações dos Direitos Humanos nos meios de comunicação são os objetivos da campanha “Palavras Têm Poder”, que foi lançado no dia, 19 de maio, às 19h, no auditório G1 da Universidade Católica de Pernambuco, localizada na rua do Príncipe, nº 526. A iniciativa é do Ministério Público de Pernambuco juntamente com a Comissão de Ética do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Pernambuco (Sinjope), Centro de Cultura Luiz Freire (CCLF), Centro Popular de Direitos Humanos, Dialógica Comunicação Estratégica e a própria Unicap. Na ocasião do lançamento, houve debate aberto ao público com Gustavo Ferreira Santos (Unicap), Maxwell Lucena Vignoli (MPPE), Patrícia Paixão (Sinjope) e Ivan Moraes Filho (CCLF). A campanha estimulará o diálogo entre a sociedade, o poder público e os meios de comunicação, procurando através de diversas ações promover os Direitos Humanos e chamar a atenção para possíveis mensagens que desrespeitem leis ou o Código de Ética dos Jornalistas.
Além de peças publicitárias de conscientização sobre o assunto, a iniciativa disponibilizará ferramentas que facilitarão o papel do cidadão no controle social da mídia pernambucana. Um site e uma linha telefônica já estão funcionando como canais para denúncias de jornais, de programas de rádio e TV e até de páginas na Internet que veiculem conteúdo que viole ou promova a violação de direitos individuais e coletivos, ou, ainda, que reflitam desvios de conduta por profissionais da comunicação e seus veículos. Cabe a ressalva de que a campanha “Palavras Têm Poder” não concebe os jornalistas apenas como portadores de responsabilidade pela informação que produzem. A garantia da liberdade de expressão dentro das redações também é um objetivo da proposta, já que a censura, governamental ou privada, pretende ser combatida a partir das denúncias feitas pelos canais, que permitirão o anonimato das fontes.“A livre expressão de opiniões e ideias é um direito humano. Esperamos que as pessoas façam uso dele de forma construtiva e pacífica”, recomenda o promotor Maxwell Vignoli. Para Andrea Trigueiro, presidenta da Comissão de Ética do SinjoPE, esta é uma oportunidade de aproximar a sociedade da discussão sobre conteúdos nos meios de comunicação. “Acredito que estamos dando um passo importante no sentido de aproximar o cidadão comum de temas de interesse social. A campanha vai ser um divisor de águas na abordagem sobre a comunicação social que queremos para o estado”, afirmou a jornalista.
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A campanha surgiu por meio da denúncia de uma professora de português, Valéria. Professora atuante na Escola de Referência - Clóvis Beviláqua, resida no bairro de Campo Grande, hipódromo. Ao ler uma matéria em um jornal popular, a mesma se sentiu ofendida com os tipos de postagens que o jornal havia publicado. Na matéria, havia imagens e palavras de violências claras demais, e, levando em conta que todo mundo tem acesso ao jornal (inclusive crianças) a mesma se sentiu no dever de ir à justiça. Resultando depois de um tempo no surgimento da campanha: Palavras Têm Poder! 
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A participação na campanha “Palavras Têm Poder” é garantida pela Internet no site www.palavrastempoder.org e pelo telefone 0800 281 9455. Mais informações sobre a campanha podem ser obtidas através do perfil no facebook:
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e também por e-mail: contato@palavrastempoder.org.